Nesta quarta-feira, 15 de abril, a Pública Central do Servidor participou da Conferência da Classe Trabalhadora (Conclat), representada pelo presidente, José Gozze, pelo vice-presidente, Wanderci Polaquini, pelo diretor de Assuntos Jurídicos, Paulo Olympio, pela diretora Administrativa, Rosário de Oliveira, e pelo presidente da Região Sul, Luiz Tadeu Grossi Fernandes, além de representantes das filiadas AASPTJ-SP, Afalesp, Anfip, ASJ, Aspal, Assetj, Astcom, ATENS SN, Fenacontas, Fenafisco, Fenajud, Fenalegis, Fespesp, Sinafresp, Sindafep, Sindaftema, Sindicontas PE, Sindicontas PR, Sindifiscal TO, Sindilegis PR, Sindilex, Sintaj BA e SINTCE.
A concentração começou às 8h em frente ao Teatro Nacional em Brasília, com discursos de lideranças políticas, entre elas o presidente José Gozze, além de parlamentares de diversos partidos. O evento reuniu trabalhadores para definir a Pauta da Classe Trabalhadora 2026-2030, a Agenda Legislativa das Centrais Sindicais e a Agenda Jurídica das Centrais no STF e no TST para 2026.
Em seu discurso, José Gozze defendeu a regulamentação da Convenção 151 da OIT para garantir mesas de negociação e o direito de greve aos servidores, apontando a ausência de diálogo com o Estado sobre o tema. O presidente criticou a manutenção do confisco das aposentadorias, destacando a articulação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) e citou o seu próprio exemplo, que aos 78 anos de idade, continua contribuindo para a previdência mesmo após 24 anos de aposentadoria.
Gozze também destacou a urgência do apensamento da PEC 6/2024 à PEC 555/2006, reforçando que não há justificativa para que aposentados e pensionistas permaneçam pagando a contribuição.
A plenária contou com a participação de dirigentes de centrais sindicais e de autoridades como o ministro Guilherme Boulos (Secretaria-Geral da Presidência), o deputado federal e líder do governo Paulo Pimenta (PT-RS), e deputados federais como Luciene Cavalcante (PSOL-SP), Pedro Uczai (PT-SC) e Fernanda Melchionna (PSOL-RS), entre outros.
Após os debates, os participantes marcharam até o Congresso Nacional para a entrega da pauta de reivindicações ao presidente Lula, ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).



